Mostrando postagens com marcador Nathalia Fernanda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nathalia Fernanda. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de outubro de 2012

Acabou !

Hoje dia seis de outubro, os integrantes do blog Saúde Sustentável se reuniram com os alunos da Escola Superior Dom Helder Câmara, juntamente com os professores e funcionários, para a realização da apresentação do trabalho interdisciplinar. No hall  de entrada da faculdade, cadeiras, mesas, computadores e cartilhas foram os instrumentos usados para a apresentação dos trabalhos aos avaliadores. O tema geral foi BH mais sustentabilidade, e existiram subtemas dividos por salas, ficando a nossa com a temática Saúde Pública.

A partir da idéia proposta foram abordados temas como : o tabagismo, propostas políticas, SUS-Sistema Único de Saúde entre outros. Cada grupo agiu de maneira diferente, para chamar a atenção de quem estava presente, podendo assim mostrar o que foi feito do trabalho. Camisas foram criadas, atendimentos de aferição da pressão arterial, cartilhas interativas, cartazes e afins. Os participantes precisaram estar cientes de fatos como a importância da sustentabilidade nos dias de hoje, fator transversal, que vem atingindo diversas áreas e a condição em que se encontra a saúde pública junto a iniciativa privada no Brasil.

O blog Saúde Sustentável, que teve como orientador o Professor Doutor Émilien Villas Boas, com o decorrer das semanas, se concretizou não apenas de forma crítica ao governo e a sua frágil assistência médica oferecida, mas também critica a população, que reclama da situação atual da saúde pública, ignorando alguns fatores fundamentais para o desenvolvimento de uma boa saúde, tais como: o uso de cigarros, que afeta não só diretamente quem fuma, mas também indiretamente aos fumantes passivos e ao meio ambiente; a falta de consciência ao escolher e eleger seus canditados, pois são eles que podem fazer com que nos próximos quatro anos ou mais, a melhoria da saúde brasileira se torne realidade;.

A todos que leram, comentaram e principalmente aos colaboradores deste trabalho o nosso agradecimento, pois agora se encerra uma das primeiras etapas da nossa longa caminhada, rumo à graduação. Gostariamos de agradecer especialmente ao Professor Doutor Émilien Villas Boas que fez este trabalho se tornar possível, com paciência, dedicação e sabedoria.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Conclusão


Como este é o ultimo texto que será postado no blog, antes da apresentação do trabalho interdisciplinar, achei que seria interessante fazer uma síntese do que foi estudado durante todas essas semanas.
No inicio a ideia foi falar sobre alguns dos problemas do SUS, tentamos falar sobre propostas políticas para a melhoria do setor, tentamos interligar sustentabilidade à saúde, pesquisamos para saber de como era antigamente e se já houve alguma melhora para ser comparado aos dias de hoje, abordamos assuntos que são “simples”, mas que fazem bastante diferença, como a canalização de esgotos, que é um problema que atinge bastante as famílias mais carentes, e como a população também pode fazer a sua parte.
Algumas vezes as pessoas reclamam sobre muitas coisas e não fazem nada para que haja melhoras, são atitudes simples que podem fazer um Brasil mais sustentável, como o fumo, que é uma coisa que a maioria da população utiliza, e sem o cigarro e afins, o Brasil seria muito mais limpo.
Então, em pesquisas para poder realizar esse trabalho, foi possível ver uma realidade a qual muitas pessoas criticam, mas não procuram saber melhor para poder falar sobre.
O que está faltando na população como um todo, desde o governo aos governados, é consciência, uma consciência de que depois de nós, muitas outras pessoas virão e precisarão utilizar os mesmos recursos que hoje nós precisamos. 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Cada Um Fazendo A Sua Parte

A maioria das pessoas reclamam dos políticos, do governo e afins, mas não fazem sua própria parte. Como muitos dizem, é mais fácil apontar o defeito dos outros do que o nosso próprio defeito, não é mesmo?
Como nosso tema é saúde pública, a primeira coisa feita, não apenas pelo meu grupo, mas presumo que por todos os outros também, foi pensar em como é falha a atuação das autoridades sobre esse assunto.
Mas o tabagismo, por exemplo, não é um problema que seria resolvido apenas pelas autoridades, mas por nós cidadãos e consumidores ou não do tabaco.
O que é o tabaco?
Nicotina Tabacos; uma planta que foi utilizada por sociedades indígenas da America Central, para a realização de rituais, objetivando a purificação, proteção e fortalecimento de seus bravos guerreiros. Algumas vezes usava-se o tabaco para fins curativos, através de sua substancia mais preciosa, conhecida como nicotina.
O cigarro é composto por milhares de substâncias nocivas à saúde, quanto maior o tempo de fumo, maiores são as chances das pessoas desenvolverem doenças sérias.
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) mais de um terço da população mundial adulta é composta por fumantes, e cerca de 120 mil morrem vítimas do tabagismo só no Brasil.
Os cigarros causam várias doenças, dentre elas: Câncer de pulmão; Bronquite; Câncer de laringe; Câncer de estômago, Redução da capacidade de aprendizado e memorização; Leucemia; Câncer de boca; Infarto do miocárdio; Rinite alérgica; Infecções respiratórias; Impotência sexual, entre outras.
Além disso, existem também os fumantes passivos, que são as pessoas que inalam a fumaça dos cigarros, sem ao menos ter contato direto com o tabaco.
Os bebês que têm pais fumantes têm 30% de chances de morte súbita ainda no berço, mesmo que os pais não fumem perto deles, o índice destes bebês adquirirem asma, bronquite ou alergias é ainda maior.
Se os fumantes tivessem mais consciência, não fumariam, fazendo bem a sua saúde e também à saúde publica, deixando de existir assim os fumantes passivos. Portanto, não seria necessária a internação ou consulta em um SUS, por causa do tabaco, o que vem tirando a vaga de uma pessoa que realmente precisa deste atendimento, uma pessoa que não causou o seu próprio mal, como àquela que é fumante.
O que falta na população em geral, não somente a brasileira, é consciência, apenas apontar o defeito alheio não ajuda em nada, se não procurarmos solução para os problemas. Pode parecer clichê, mas se cada um fizer a sua parte, com certeza viveríamos em um mundo melhor.


(TABAGISMO. Disponível em: <http://rfragoso2.blog.uol.com.br/images/antitabagismo1.jpg> Acesso em: 03 out 2012)
(DOENÇAS causadas pela nicotina. Disponível em: <http://www.colegioweb.com.br/saude/combate-ao-fumo/combate-ao-fumo.html> Acesso em: 03 out 2012)
(INSTITUTO nacional de câncer (INCA) . Disponível em: <http://www.inca.gov.br/tabagismo/> Acesso em:01 out 2012) 

sábado, 29 de setembro de 2012

Saúde Pública e suas falhas

Saneamento básico é uma realidade que boa parte dos brasileiros
desconhecem, e os mais afetados são as crianças.


  Quando nós pensamos em Saúde Pública, a primeira coisa que nos vem em mente são os hospitais públicos, UPA’s e afins. Mas a saúde publica não é feita somente disso. 
Saúde pública é tudo o que está em nosso meio e que pode afetar a nossa saúde de alguma forma, como por exemplo, o saneamento básico. 
  Os organismos de saúde pública devem avaliar as necessidades de saúde da população, investigar o surgimento de riscos para a saúde e analisar os determinantes de tais riscos. De acordo com o que for detectado, devem estabelecer as prioridades e desenvolver programas e planos que permitam responder a essas necessidades.
  Saneamento básico, segundo Mariza Rios (2011, p. 153), é o conjunto dos serviços e instalações de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo das águas pluviais urbanas.
  O jornal O Estado de São Paulo, em matéria publicada em 18/05/2009, trouxe dados alarmantes sobre o saneamento básico no Brasil: “Apesar do avanço de saneamento básico nos últimos anos, estima-se que 114 milhões de brasileiros ainda não dispõem de sistema de coleta de esgotos.” 
  Ao pesquisar para saber sobre dados mais atuais, soube que não há muita diferença do que foi fornecido pelo jornal em 2009, apesar da importância para a saúde e meio ambiente, o saneamento básico do Brasil está longe de ser adequado, o descaso e a ausência de investimentos no setor de saneamento em nosso país, em especial nas áreas urbanas, compromete a qualidade de vida da população e do meio ambiente.
  Pesquisei no site do Ministério das Cidades, criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2003 atendendo a uma antiga reivindicação dos movimentos sociais de luta pela reforma urbana com uma missão de combater as desigualdades sociais, onde foi registrado que os princípios da Política de Saneamento Básico estabelecidos por lei são:
A universalização do acesso aos quatro componentes com integralidade e de forma adequada à saúde pública, à proteção do meio ambiente e às condições locais. Da mesma forma, devem promover a integração com as políticas de desenvolvimento social, habitação, transporte, recursos hídricos, educação e outros.  (Ministério das cidades..., 2003)


  Nos serviços de interesse local, estão inseridos a limpeza de vias publicas e coleta de lixo (serviços que são de grande importância para as cidades). Como algumas pessoas têm acompanhando ao decorrer dos anos, a grande causa de enchentes em dias chuvosos é o entupimento dos bueiros, cabe ao município melhorar a fiscalização, a administração e até mesmo a educação social, mostrando como se deve cuidar melhor da cidade, jogando lixo em lugares apropriados.
  Para que a população possa ter um bem estar é necessário que exista um saneamento ambiental de qualificado, a saúde depende de um padrão de qualidade adequado. E a saúde pública tem como objetivo organizar e sistematizar serviços de saúde procurando prevenir e combater as doenças da comunidade.
  O saneamento está relacionado com a saúde pública, que por sua vez está relacionada com as condições ambientais em que vivem as pessoas. “A saúde pública de qualidade depende da atuação e cooperação de todas as pessoas, de todos os entes da Federação, sem distinção.” (RIOS, 2011, p. 167)

  A lei orgânica da saúde determina que as ações de saneamento devem estar integradas às de saúde, demonstrando que, além de proteção ao meio ambiente e sua sustentabilidade, o saneamento ambiental está ligado à saúde, direito de todos e dever do Estado.


(MUNIZ, Ivanise Detoni Nascimento. Cidades- Sustentabilidade e Mecanismos de Ordenação Urbana. In: RIOS, Mariza; CARVALHO, Newton Teixeira. Direito à Cidade: Moradia e Equilíbrio Ambiental. 1ª Ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2011. III cap., 131-170).
(MINISTÉRIO das Cidades. Disponível em: <
http://www.cidades.gov.br/index.php/o-ministerio> Acesso em: 28 de set 2012).
(SANEAMENTO no Brasil. Disponível em: <http://www.mananciais.org.br/2011/09/saneamento-no-brasil/> Acesso em: 28 de set 2012).

domingo, 16 de setembro de 2012

De antigamente para os dias de hoje


Fim de semana conversando um pouco com minha família sobre a saúde publica, resolvo perguntar se a saúde já melhorou muito de antigamente para os dias de hoje. Algumas respostas foram que sim, mas que ainda há muito que melhorar. E uma resposta que chamou a minha atenção foi de um amigo, que disse achar que é proporcional, antigamente estava ruim demais e a população veio crescendo e o governo não provocou melhorias no atendimento e que apenas “adaptaram” ao novo número de pessoas existentes hoje na sociedade.
Fiquei curiosa, para saber sobre como era a saúde publica antigamente, então resolvi pesquisar.
E pesquisando eu descobri que o primeiro Ministério criado nesta área foi em 1930 no governo de Getúlio Vargas, e que em 1953 recebeu o nome de Ministério da Saúde, como é chamado até os dias de hoje.
Como minha avó me disse, antigamente era comum pessoas morrerem por causa de surtos de algumas doenças, a saúde era bem precária, os recursos utilizados eram bem inferiores aos utilizados hoje e não existiam medicamentos e nem vacinas a disposição da população, como atualmente.  Hoje em dia há postos de saúde e pronto atendimentos, onde é possível conseguir atendimento médico, vacinas e até medicamentos. Mas a maioria das pessoas acham que essas melhorias não são o suficiente para que o SUS (Sistema Único de Saúde) seja considerado um plano de saúde de boa qualidade.
A saúde continua precária sim, ainda precisa de muita melhoria e adaptação para a população crescente, mas é válido ressaltar que ela já teve um grande avanço de antigamente até os dias de hoje. 

sábado, 8 de setembro de 2012

Saúde sustentável


  Hoje em dia, se ouve muito a palavra “sustentabilidade”, mas será que todas as pessoas sabem realmente o que isso significa?
  Sustentabilidade no dicionário é definida como ‘Qualidade de sustentável’.
  Dá-se a entender que sustentabilidade é a capacidade que as pessoas ou empresas têm de se manter em um determinado local, sem prejudicar muito o meio ambiente. A capacidade de usar os recursos que a natureza tem para nos oferecer e depois devolvê-los ao planeta garantindo que nada falte para as gerações futuras.
  Agora que já temos uma definição para sustentabilidade, a questão é: Qual a sua importância na saúde?
  O doutor João Paulo Lemos, endocrinologista e coordenador de programas de prevenção de doença e promoção de saúde, afirma:

“Todos, desde os pacientes até os gestores de saúde, estão interligados, um não sobrevive sem o outro e o que afeta um afeta também o outro. Há como utilizar os recursos de que dispomos de maneira mais consciente. Se não formos capazes de fazer isso, corremos o risco de assistir a uma deterioração na qualidade do atendimento médico, ao contrário do que seria de se esperar, já que buscamos sempre evoluir para melhor.
O que ocorre então é uma má distribuição dos recursos, causada pela inversão de valores que vivenciamos hoje em dia. O grande equívoco é pensar que as soluções mais caras são melhores; muitas vezes grandes ações estratégicas, que beneficiam muitas pessoas, são baratas e muito mais efetivas. Vamos valorizar ações como estratégias de vacinação em massa que, sem dúvida, têm um grande impacto na saúde pública, e torcer para que cada vez mais as pessoas se conscientizem da importância da prevenção.” (Saúde sustentável...,2010)


  Então, segundo o Dr. João Paulo Lemos, devemos ter mais consciência ao utilizar os recursos que dispomos da natureza e ficar atento ao custo beneficio, porque nem sempre o mais caro é o mais eficaz.
  Pensando no aspecto socioeconômico e sustentável da saúde, a prevenção é o melhor modo de conscientização para uma melhoria.


(SAÚDE sustentável. O presente: um jornal de bom senso. Disponível em <http://www.opresente.com.br/blogs/joao-paulo-lemos/saude-sustentavel-1044/>  Atualizado em: 03 mar 2010.)

domingo, 2 de setembro de 2012

Falta de competência médica, ou falta de verba?






            Ao começar pesquisar para desenvolver esse trabalho, pude perceber que a saúde publica está cada vez mais em caos, e que nenhuma melhoria está sendo feita para os cidadãos que dependem de hospitais públicos.
            Há muitas reclamações de pessoas de todo o Brasil, pessoas que não estão nada satisfeitas com a saúde publica. Reclamam dos médicos e enfermeiros que trabalham nessa área, mas será que a culpa é mesmo deles? 
            Muitos desses profissionais da área da saúde querem realmente trabalhar, mas o governo não dá as mínimas condições para isso ser feito.  Há falta de verba para compra de medicamentos e recursos, falta de lugar em hospitais, falta de materiais para que os médicos possam trabalhar, há até mesmo falta dos próprios médicos e enfermeiros, porque não querem se sujeitar a essa desgastante situação.
            Mesmo que a saúde publica seja direito de todos, previsto por lei, esse direito está sendo lesado. 
            Algumas pessoas até perdem a paciência de esperar serem atendidas por causa da demora, outras chegam e precisam de emergência para ser atendidos e mesmo assim não conseguem.            
            É lastimável a situação que se encontra hoje. O pior é perceber que nada está sendo feito para provocar melhorias nesse setor, enquanto pessoas morrem na fila do SUS esperando um atendimento, o governo se preocupa com as obras que está realizando para a copa do mundo.